sexta-feira, 29 de abril de 2011

Donizetti - Roberto Devereux


2CD|119.96MB|LOSSY|128kbps|LIVE

Elisabetta - Leyla Gencer

Duca di Nottingham - Piero Cappuccilli

Sara - Anna Maria Rota

Roberto Devereux - Ruggero Bondino

Lord Cecil - Gabriele De Julis

Sir Gualtiero Raleigh - Silvano Pagliuca

Coro e Orquestra do Teatro San Carlo di Napoli, Regidos por Mario Rossi, ao vivo

Leyla Gencer está muito bem no frio papel de Elisabetta, ela onsegue se desempenhar junto a um elenco no mínimo bom.A sara de Ana Maria Rota atende a todas as espectativas e Ruggero Bondino faz um trabalho bom. OUÇAM!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Donizetti - Anna Bolena (Gencer I)


Anna Bolena - Leyla Gencer

Enrico - Carlo Cava

Giovanna - Patricia Johnson

Percy - Juan Oncina

Rochefort - Don Garrard

Smeton - Maureen Morelle

Hervey - Lloyd Strauss-Smith


Gavazzeni , 1965 com a Orquestra Sinfonica de Londres em Glyenbornh

“Anna Bolena” é com certeza uma ópera que exige certas características vocais da protagonista, que é não muito difícil ver grandes cantoras errando toda a partitura. A sedução de cantar as três rainhas Tudor faz com que muitas sopranos coloquem no seu repertório um papel que estas cantoras nunca possuíram a voz para tal (exemplos óbvios: Anna Netrebko, Luciana Serra, e em certos aspectos até mesmo Maria Callas...; no Brasil Ana Paula Brunkow é um exemplo claro de uma voz que não tem capacidade para cantar estes papeis, mas canta...). Não ter voz para um papel nem sempre faz com que a interpretação seja ruim, podemos sempre lembrar a Norma de Bervely Sills, mas com certeza faz com que a interpretação não seja a ideal..

É muito complicado definir uma voz para Anna, com certeza exige uma soprano com voz mais lírica que a de uma Norma, mas tanto por semelhanças vocais e dramáticas (tanto norma, quanto Anna são “trocadas” por outras mulheres) faz com que muitas Normas famosas se aventurem pela partitura da monarca britânica. Este “intercambio” nem sempre dá certo, mas é muito certeiro, por que as “normas” que cantam anna trazem uma carga dramática que as vezes é necessária no papel de Anna.

Para esta abertura da seqüência de ciclos de Rainhas Tudor, temos a Maravilhosa e única Leyla Gencer, grande Norma, e grande Anna Bolena. Monserrat Caballé havia dito que ela havia “descoberto as rainhas Tudor, Gencer as cantou e Sills a gravou”, pessoalmente eu discordo com esta frase (Gencer já sabia Anna Bolena de cor antes de caballé canta-lo...), mas Caballé não poderia ser mais certeira decomo ficou distribuída as funções para divulgação das rainhas tudor. Sills fez três gravações ais que exepicionaís em estúdio e Gencer dava um show como vocês já verão.

Gencer nunca cantou num estúdio, e por conseqüência fica difícil encontrar grvações com boa cqualidade sonora com esta maravilhosa cantora, há uma outra gravação com um som um pouco pior, mas com um elenco coaduvante melhor, que eu irie postar em breve... Voltando ao assunto, gencer faz uma gravação estupenda, e meso com a partitura mais que amputada, a ópera está linda, o elenco em torno de gencer é um tanto irregular, mas a sintonia Gencer e gavezzeni é o primor desta gravação, e aqui começa o “Ciclo tudoriano” [sic] de Leyla Gencer.


domingo, 17 de abril de 2011

Donizetti's problem

Uma desgraça vem assolando este blog, não postei nenhum Donizetti ainda, mas não se preocupem que vou fazer um número grande de postagens com as rainhas Tudors, a começar com Anna Bolena (Vai ter desde GRuberovéia aaté Sills, passando por Callas Caballé, etc...)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Wagner -Gotterdammerung


4CD|268MB|LOSSY|128kbps|LIVE

Brünnhilde - Astrid Varnay

Siegfried - Wolfgang Windgassen

Hagen - Josef Greindl

Alberich - Gustav Neidlinger

Gunther - Hermann Uhde

Gutrune - Gré Brouwenstijn

Waltraute - Maria von Ilosvay

Woglinde - Jutta Vulpius

Wellgunde - Elisabeth Schärtel

Floßhilde - Maria Graf

First Norn - Maria von Ilosvay

Second Norn - Georgine von Milinkovic

Third Norn - Mina Bolotine

Orquestra e Coro do Festival de Bayreuth, 1955, Joseph Keilberth, ao vivo.

Poucas gravações de “O Crepúsculo dos Deuses” fazem honra a partiturade richard Wagner, pessoalmente creio que encontrar uma Brunilda que tenha voz para o papel, e mais ainda,um Siegfried e Gunther é coisa de outro mundo. É necessário no mínimo três potentes vozes wagnerianas para cantar as três “Norn”... Gravações que ainda com isto trazem uma emoção intensa são raras mesmo quando trabalhamos com registros ao vivo: Solti fez milagres na introduçãodo prólogo, e bem amparado de cantores fez a voz de Nilsson soar doce, sem perder a potencia; Moralt fez uma gravação memorável com Grob-Pradl , exelente soprano; Karajan fez um belo registro e Furtwangler fez ao vivo com a RAÍ de milano a voz de Martha Mödl e de Ludwig Suthaus soarem como nunca mais soariam... Dentre estes registros de uma era de ouro da ópera, em que tínhamos uma troca de sopranos incríveis como Flagstad para chegar Nilsson, temos Windgassen subistituindo Max Lorenz e Lauren belchior... Esta gravação tem um dos regitros mais belos, se não o preferido de muita gente, com Windgasen, Varnay, Uhde, Ilosvay, Greindl... Uma enciclopédia wagneriana em termo de qualidade.

Ouvir um “Crepúsculo” como este é um milagre aos ouvidos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Wagner - Siegfried


4CD|223MB|LOSSY:128kpbs|LIVE

Siegfried - Wolfgang Windgassen

Mime - Paul Kuen

Wanderer - Hans Hotter

Brünhilde - Astrid Varnay

Alberich - Gustav Neidlinger

Erda - Maria von Ilosvay

Fafner - Josef Greindl

Waldvogel - Ilse Hollweg

Orquestra do Festival de Bayreuth, Joseph Keilberth, 1955, ao vivo

Neste Ring é sempre necessário lembrar o realismo sonoro, os sons metálicos da espada mágica de Siegfried no primeiro ato é exepicional. Além da regência precisa de Keilberth, temos o Siegfried de Windgassen no seu melhor, a interpretação das cena da floresta e com o pássaro é excepcional, o Hotter está muito bem, e nada cansado por ter cantado o exaustivo papel de Wontan nos outros dois dias anteriores.

Varnay só aparece no fim da ópera mas faz toda a diferença, Varnay prova que foi a Brunnhilde da década de 1950, no mínimo em 1955. UM RING PARA TER.